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O Curso de Estudos Budistas pelas Epistemologias do Sul Global do Instituto Pramāṇa é um curso na modalidade de Ensino a Distância (EAD).

Faça parte de uma formação brasileira: Estudos Budistas pelas epistemologias do Sul Global. Aqui, você não encontrará uma repetição de categorias ocidentais aplicadas ao budismo. Em vez disso, convidamos você a mergulhar nas formas próprias de conhecer, praticar e transmitir conhecimento que emergem das tradições budistas situadas na Ásia, na África, na América Latina e em outros territórios historicamente marginalizados pela colonialidade epistêmica.

O que você vai estudar?

  • Os processos de produção de saber contemplativo, ético e ritual nas comunidades budistas do Sul Global.
  • As epistemologias da meditação, da transmissão oral e da prática cotidiana do darma.
  • O diálogo crítico com a tradição dos Estudos Budistas ocidentais, sem hierarquias implícitas.
  • A relação entre budismo, descolonização, justiça social e saberes situados.

1º Curso de Estudos Budistas pelas Epistemologias do Sul Global

Mensalidade
R$ 225,00

Curso na Modalidade EaD

1° Graduação Livre em Teologia Budista do Brasil

Mensalidade R$ 225,00

Curso na Modalidade EaD

A estrutura acadêmica do curso é composta com base nas três categorias

Cestas Tripitakas de ensinamentos:

Ética | Moral

Vinaya

Teoria da Realidade

Abhidharma

Meditação

Samadhi

Nosso currículo é inspirado nas Quatro Nobres Verdades e nos métodos de investigação racional e meditativa, mas com um compromisso fundamental: aprender com o budismo a partir de suas próprias vozes, não a partir de perguntas teológicas ou filosóficas impostas de fora.

Cursos oferecidos

Atualmente, o Instituto Pramana oferece:

  • Curso de Graduação Livre em Estudos Budistas pelas epistemologias do Sul Global – formação em nível superior, com carga horária e profundidade acadêmica equivalentes a uma graduação.
  • Cursos de extensão – para quem deseja uma imersão mais breve em temas específicos.
  • Formação em línguas instrumentais – sânscrito, pāli, chinês clássico e tibetano (sujeito a disponibilidade dos professores)

Importante: Esses cursos são de graduação livre, ou seja, são oferecidos com total seriedade acadêmica, mas não possuem aprovação do MEC. O diploma emitido certifica a conclusão do curso com excelência, mas não confere automaticamente os mesmos direitos de um diploma de bacharelado registrado no MEC (como progressão em concursos públicos que exigem curso superior reconhecido).

O futuro: um curso superior reconhecido pelo MEC

Estamos dando um passo adiante. A Associação Buddha-Dharma, mantenedora do Instituto Pramana, está desenvolvendo um Projeto Pedagógico de Curso (PPC) onde se busca a aprovação pelo MEC e está desenvolvendo uma graduação oficial.

Enquanto isso, nossos cursos de graduação livre já oferecem uma formação rigorosa, atualizada e alinhada com as discussões mais avançadas no campo dos Estudos Budistas contemporâneos.

Por que estudar conosco?

  • Ineditismo: Primeira iniciativa no Brasil a adotar explicitamente as epistemologias do Sul Global como eixo estruturante dos Estudos Budistas.
  • Corpo docente qualificado: Professores com formação acadêmica sólida e experiência em tradições budistas vivas.
  • Diálogo inter-religioso e intercultural: Sem imposição de modelos teológicos ocidentais, mas com abertura genuína ao aprendizado mútuo.
  • Comunidade de prática e estudo: Você se conectará com pessoas que buscam integrar conhecimento acadêmico, prática contemplativa e engajamento ético.

Como se matricular?

1. Acesse nosso portal de matrículas (link abaixo).
2. Escolha entre o Curso de Graduação Livre ou os cursos de extensão.
3. Preencha o formulário e realize o pagamento da primeira parcela (parcelamento em até 12x disponível).
4. Receba seu acesso à plataforma de ensino e aos materiais de estudo.

Vagas limitadas para garantir acompanhamento personalizado e discussões de qualidade.

Nossos alunos também contam com o apoio de nossos departamentos de estudo, para o desenvolvimento mais profundo em atividades específicas, como: Metodologia Científica, História do Budismo e do Brasil, Tradução e Textos Canônicos, Nutrição e Budismo, Medicina e Budismo, Psicanálise e Budismo e Direitos Humanos e Budismo.

Dúvidas? Escreva para contato@institutopramana.org ou acesse nossa página de perguntas frequentes.

Instituto Pramana – Estudos Budistas pelas epistemologias do Sul Global. Uma iniciativa da Associação Buddha-Dharma.

Perguntas Frequentes

Os Estudos Budistas pelas epistemologias do Sul Global são um campo de pesquisa que investiga as práticas de conhecimento, transmissão e validação produzidas por comunidades budistas na Ásia, África, América Latina e outras regiões historicamente subalternizadas, recusando categorias ocidentais como “teologia natural”. Seu objeto de estudo, além dos fundamentos comuns dos budismos, se encontra nos processos situados de produção de saberes contemplativos, éticos, rituais e interpretativos no budismo concreto, atento às relações de poder, à colonialidade e à pluralidade de vozes do Sul Global.

De maneira mais detalhada:

O que são Estudos Budistas pelas epistemologias do Sul Global?

Os Estudos Budistas pelas epistemologias do Sul Global são uma abordagem de pesquisa e ensino que toma como ponto de partida as formas de conhecer, validar e transmitir conhecimento produzidas nas regiões do mundo que foram historicamente colonizadas, marginalizadas ou silenciadas pela hegemonia epistêmica ocidental – incluindo, mas não se limitando à Ásia, África, América Latina e Oceania.

No caso específico do budismo, essa abordagem implica:

  1. Valorizar as vozes, práticas e interpretações das comunidades budistas do Sul Global (Tailândia, Sri Lanka, Mianmar, Laos, Camboja, Tibete, Nepal, Butão, Mongólia, partes da China, Japão, Coreia, Vietnã, entre outras), em vez de privilegiar categorias analíticas ocidentais (como “teologia”, “filosofia”, “religião natural”).
  2. Reconhecer que o budismo não é um objeto universal e abstrato, mas um conjunto de tradições situadas, corporificadas, orais, rituais, monásticas e leigas, que produzem conhecimento de maneiras próprias – por exemplo, por meio da meditação, da transmissão de linhagens, da exegese comentarial em línguas locais (pali, tibetano, chinês clássico, mongol, tailandês etc.), e da prática ética no cotidiano.
  3. Criticar a colonialidade epistêmica que, mesmo em estudos acadêmicos ocidentais sobre budismo, frequentemente impõe perguntas teológicas ou filosóficas greco-latinas (ex.: “O budismo tem um conceito de Deus?”, “Qual é a natureza da realidade última?”, “O budismo é uma filosofia ou uma religião?”) que não emergem das próprias tradições.
  4. Adotar metodologias descoloniais, como:
  • Pesquisa participativa com comunidades budistas e não budistas.
  • Tradução e valorização de fontes primárias locais.
  • Comparação horizontal entre diferentes tradições budistas sem hierarquias implícitas (ex.: não tratar o budismo tibetano como “mais autêntico” que o chinês, nem o zen japonês como “mais filosófico” que o budismo birmanês).
  • Atenção aos saberes não escritos (oralidade, rituais, arte, arquitetura, e assim por diante).
  1. Contextualizar historicamente o budismo como parte das trocas Sul-Sul, ou seja, rotas de conhecimento entre Índia, Sri Lanka, Sudeste Asiático, Ásia Central e Leste Asiático, sem passar pelo crivo ocidental.

Qual é o objeto de estudo desses Estudos Budistas?

O objeto de estudo não é “o budismo em geral” como uma entidade ideal, mas sim as práticas epistêmicas budistas situadas no Sul Global. Isso inclui, de forma detalhada:

  1. Processos de produção de conhecimento no budismo
  • Como monges e leigos validam um ensinamento como verdadeiro? (Por exemplo, recurso ao sutta, à lógica escolástica budista – pramāṇa –, à experiência meditativa ou à autoridade do mestre.)
  • Qual o papel da transmissão oral e da memorização (como nos bhāṇaka, os recitadores de discursos)?
  • Como as diferentes linhagens resolvem disputas doutrinárias sem recorrer a uma autoridade central (já que não há um papa ou concílio universal)?
  1. Epistemologias contemplativas
  • O conhecimento obtido em estados meditativos (os jhānas, o vipassanā ñāṇa) é considerado um tipo de saber legítimo, distinto do racional. Como ele se relaciona com o conhecimento discursivo?
  • O conceito de upāya (meios hábeis) implica que a verdade pode ser apresentada de forma pragmática, contextual, não necessariamente consistente em termos lógico-formais – isso é uma epistemologia não fundacionalista.
  1. Cosmologias, éticas e soteriológicas situadas
  • Estudo do kamma (karma) não como lei natural abstrata, mas como saber prático sobre ação, intenção e renascimento, inserido em estruturas de poder, gênero e casta (quando aplicável).
  • Como o budismo no Sul Global lida com questões como violência de Estado, ecologia, saúde mental, gênero e raça – sem universalismos ingênuos.
  1. Tradução e circulação de saberes
  • Análise de como textos em páli, chinês ou tibetano foram traduzidos e adaptados localmente, criando novos significados.
  • O fenômeno do budismo modernista (séc. XIX-XX) no Sul Global, que dialoga com o colonialismo europeu, mas também produz respostas próprias (ex.: budismo engajado de Thich Nhat Hanh, budismo de Dalits na Índia).
  1. Relações de poder no próprio budismo
  • Crítica interna: como hierarquias monásticas, linhagens e nacionalismos budistas produzem exclusões (de mulheres, de castas baixas, de minorias étnicas). As epistemologias do Sul Global não são românticas; incluem autoconsciência crítica.
  1. Budismo e outras tradições do Sul Global
  • Diálogos e conflitos com xamanismo, animismo, hinduísmo, islamismo e práticas locais – vistos como trocas horizontais, não como “sincretismo” (termo carregado de viés ocidental).

Diferença crucial em relação aos Estudos Budistas tradicionais (ocidentais)

Estudos Budistas ocidentais clássicos

Estudos Budistas pelas epistemologias do Sul Global

Pergunta: “O que o Buda realmente ensinou?” (busca da essência)

Pergunta: “Como diferentes comunidades budistas do Sul Global interpretam, praticam e transformam o ensinamento?”

Método: filologia comparada, história das ideias, teologia natural.

Método: etnografia, análise decolonial, saberes orais, participação comunitária.

Categorias: religião, filosofia, teologia, misticismo, superstição.

Categorias: dhamma (prática-lei), vihāra (modo de vida monástico), sati (atenção plena como saber), suññatā(vacuidade como não-essencialismo epistêmico).

Objetivo: integrar o budismo ao cânone universal ocidental.

Objetivo: aprender com o budismo em seus próprios termos, sem hierarquia com o Ocidente.

  1. A “Teologia Natural” é um constructo ocidental-cristão

A teologia natural, tal como desenvolvida no Ocidente (dos estoicos à escolástica medieval e ao deísmo moderno), parte de pressupostos específicos:

  • A existência de uma ordem racional e universal acessível à razão humana.
  • A separação entre natureza e sobrenatureza, ou entre criação e Criador.
  • A busca de princípios primeiros que fundamentam a realidade, muitas vezes com um telos (finalidade) divino.

O budismo não opera com a ideia de um Deus criador ou de uma natureza separada de uma realidade última (o nirvana não é “sobrenatural” no sentido teísta, nem a samsara é “natureza” oposta a ele). 

  1. O risco da colonialidade epistêmica

Usar “teologia natural budista” é forçar categorias greco-latinas e cristãs sobre um sistema de pensamento que surgiu no Sul Global (Índia, séc. V a.C.). Isso reproduz o que Boaventura de Sousa Santos chama de “epistemicídio” – a tendência de julgar saberes não ocidentais a partir de critérios ocidentais, desqualificando o que não se encaixa. Mesmo quando bem-intencionado, o diálogo com a teologia cristã a partir da posição de “teologia budista” coloca o budismo como réplica ou análogo do cristianismo, apagando suas diferenças radicais (como a não-existência de um ātman ou a centralidade da vacuidade).

  1. As epistemologias do Sul Global oferecem um enquadramento mais fiel

As epistemologias do Sul Global priorizam:

  • Saberes situados e corporificados: o budismo não é um sistema de crenças desencarnado, mas práticas de meditação, ética e análise da mente que variam conforme cultura (Tailândia, Sri Lanka, Tibete, Japão, etc.).
  • Oralidade, ritual e transmissão de mestre a discípulo: aspectos que a teologia natural racionalista tende a ignorar ou desprezar.
  • Crítica da universalidade abstrata: as Quatro Nobres Verdades são ensinamentos pragmáticos (upāya) que funcionam no contexto do sofrimento humano dentro de sua realidade histórica e cultural.
  • Descolonização do saber: em vez de perguntar “o que o budismo diz sobre Deus?” (pergunta teológica natural), pergunta-se “como as comunidades budistas do Sul Global produzem, validam e transformam conhecimento sobre a realidade e a libertação?”
  1. A “teologia natural budista” é um oximoro

Uma teologia natural busca compreender o divino (theos) pela natureza (physis). No budismo, não há theos para ser conhecido. A epistemologia do Sul Global, por outro lado, valoriza o silêncio, a apofaticidade como marcas de rigor, não de falta.

Conclusão

Mudamos para Estudos Budistas pelas epistemologias do Sul Global porque essa abordagem:

  • Respeita a integridade histórica e conceitual do budismo sem forçá-lo em moldes teológico-naturais.
  • Evita repetir gestos coloniais que tomam o Ocidente como medida universal.
  • Permite compreender o budismo como um saber prático, plural, contextual, e historicamente localizado, não como uma “teologia natural” que precisa se justificar diante de perguntas estranhas à sua tradição.
  • Abre diálogo genuíno entre tradições (budistas e não-budistas) sem assimétricas hierarquias epistêmicas.

Não é a mesma coisa. A designação “Estudos Budistas pelas epistemologias do Sul Global” não substitui o campo mais amplo dos “Estudos Budistas” (Buddhist Studies). Em vez disso, ela representa uma abordagem, um posicionamento crítico ou uma lente específica dentro deste campo.

Para entender melhor esta relação, pense da seguinte forma:

  • Os Estudos Budistas são o campo acadêmico dedicado ao estudo do Budismo em todas as suas formas e dimensões. É uma área vasta que inclui a investigação sobre sua história, cultura, textos em diversas línguas (como páli, sânscrito e tibetano), filosofia, práticas meditativas, arte, arqueologia, sociologia e antropologia.
  • Os Estudos Budistas pelas epistemologias do Sul Global são uma abordagem específica dentro desse campo. Ela não é a única maneira de estudar o budismo, mas sim uma perspectiva que questiona e procura renovar as bases dos estudos budistas tradicionais, especialmente os que se originaram no Ocidente.

Principais diferenças e característica da abordagem do Sul Global:

  • Crítica à herança colonial: Questiona como os estudos budistas foram inicialmente moldados por estruturas de poder coloniais e por pesquisadores externos às culturas budistas.
  • Foco em práticas e saberes locais: Valoriza o conhecimento produzido por comunidades do Sul Global, indo além dos textos canônicos para incluir práticas de meditação, rituais e transmissões orais.
  • Vozes e experiências locais: Prioriza as interpretações de comunidades na Ásia, África e América Latina, evitando hierarquias implícitas que possam favorecer tradições supostamente “mais autênticas” ou “mais filosóficas” em detrimento de outras.

Portanto, enquanto os Estudos Budistas (Buddhist Studies) representam o campo acadêmico como um todo, a designação mencionada como do Sul Global refere-se a uma escola de pensamento crítica e descolonial que atua no interior desse mesmo campo, propondo uma nova forma de enxergar seu objeto de estudo.

Os cursos de extensão (salvo, em sentido contrário, aqueles que forem feitos pela UMESP) e o “Curso de Graduação Livre em Estudos Budistas” atualmente oferecidos pelo Instituto Pramana não possuem aprovação do Ministério da Educação (MEC). Isso está explicitamente declarado no site do instituto:

“O Curso de Graduação Livre de Estudos Budistas não tem aprovação do MEC”.

Essa modalidade de “graduação livre” permite um currículo robusto e de alta qualidade, em nível acadêmico equiparável a uma graduação tradicional, mas o diploma não é registrado pelo MEC. Assim, ele não confere automaticamente os mesmos direitos de um diploma de bacharelado emitido por uma universidade credenciada (como a progressão em concursos públicos que exigem nível superior).

Sobre o projeto de graduação aprovado pelo MEC

Existe, de fato, um projeto de graduação que está em desenvolvimento. É crucial, no entanto, entender o que isso significa:

  1. A natureza de um “projeto aprovado”: No sistema educacional brasileiro, antes de um curso superior ser autorizado a funcionar, a instituição deve ter o seu Projeto Pedagógico de Curso (PPC) aprovado pelo MEC. A aprovação deste projeto atesta que ele atende aos requisitos legais e pedagógicos, mas não é a autorização final para o curso. Trata-se de uma etapa no processo de credenciamento.
  2. Responsabilidade do desenvolvimento: O desenvolvimento desse projeto está a cargo da Associação Buddha-Dharma, que é a mantenedora do Instituto Pramana. No entanto, o Instituto Pramāṇa não pode ser o instituto que vai se tornar faculdade por força das normas proibitivas do MEC. A Associação tem esse objetivo expresso, que inclui o diálogo inter-religioso e a educação formal.
  3. Situação atual: O projeto, portanto, está em fase de implementação. O curso de graduação  que resultará deste projeto ainda aguarda a autorização do MEC e resultará em uma faculdade, que não absorverá o Instituto Pramāṇa, para poder ser ofertado como um curso superior reconhecido. Uma vez obtida essa autorização, o diploma expedido pela nova instituição, que não Instituto Pramāṇa, terá validade em todo o território nacional.

Em resumo

Os cursos de “graduação livre” atuais são uma iniciativa acadêmica independente, de nível superior, mas que não substitui o diploma oficial do MEC. Paralelamente, um projeto de graduação oficial, com o devido Projeto Pedagógico aprovado pelo MEC, está em desenvolvimento ativo pela Associação Buddha-Dharma, com o objetivo de, no futuro, oferecer um curso superior reconhecido. A diferença entre um “curso livre” e um “curso superior reconhecido pelo MEC” é fundamental, e é para essa segunda categoria que o projeto em andamento se destina.

O Instituto Pramāṇa é mantido pela Associação Buddha-Dharma. A Associação Buddha-Dharma possui certificação da filiação ao International Buddhist Council (IBC), órgão mundial com sede em Délhi, Índia. Também a Certificação da filiação ao International Buddhist Sangha (IBS) de Taiwan/China. Os certificados de filiação podem ser vistos no seguinte link do site: www.buda.org.br/reconhecimentos.

Não é possível o trancamento do Curso de Graduação livre, mas apenas o cancelamento do Curso. Por essa razão não há possibilidade de reaproveitamento de créditos. Sugerimos que o aluno permaneça no Curso, por meio de redução das disciplinas, para que sua inscrição no Curso de Graduação livre não seja cancelada. Em casos de dificuldades financeiras, o aluno poderá entrar em contato com a Secretaria para solicitar, se for o caso, Bolsa de Estudo, mediante análise dos documentos e comprovantes solicitados e aprovação final feita pelo Departamento Jurídico.

Não é possível o trancamento do Curso de Graduação livre, mas apenas o cancelamento do Curso. Por essa razão não há possibilidade de reaproveitamento de créditos. Sugerimos que o aluno permaneça no Curso, por meio de redução das disciplinas, para que sua inscrição no Curso de Graduação livre não seja cancelada. Em casos de dificuldades financeiras, o aluno poderá entrar em contato com a Secretaria para solicitar, se for o caso, Bolsa de Estudo, mediante analise dos documentos e comprovantes solicitados e aprovação final feita pelo Departamento Jurídico.

O Curso de Graduação livre tem a duração de 3 anos.

O processo seletivo do Curso de Graduação livre poderá ocorrer de duas formas: (1) através da nota do ENEM, se realizado até os dois últimos anos que antecedem o período de inscrição no curso, sendo aprovado o aluno que obtiver uma nota superior a 450 na redação; ou (2) através de uma redação que deverá ser entregue pelo aluno em até 24 horas, depois de disponibilizados os arquivos para o mesmo pela secretaria do Instituto Pramāṇa.

Já para os portadores de diploma do Ensino Superior, não há necessidade do ingresso nos processos descritos acima.

Há Bolsas de estudo de 50% para alunos de Baixa Renda, desde que devidamente comprovado. O envio dos documentos não é garantia de concessão da Bolsa, uma vez que será feita verificação do preenchimento dos requisitos, e em caso positivo o aluno será avisado sobre a autorização.

Em caso de interesse do aluno, os requisitos de concessão da Bolsa e os termos de compromisso do aluno bolsista devem ser solicitados para a Secretaria através do email: secretaria@pramana.org.br.

O aluno bolsista como regra geral não poderá escolher as matérias obrigatórias a serem cursadas. Logo, o aluno bolsista deverá necessariamente sempre cumprir no semestre letivo as disciplinas obrigatórias. As disciplinas optativas poderão ser escolhidas pelo aluno. Os casos de necessidades especiais, se devidamente comprovados, deverão ser encaminhados para a Secretaria para avaliação pela Coordenação do Curso.

O valor da mensalidade não varia de acordo com o número de Disciplinas escolhidas pelo aluno para serem cursadas no semestre. Ou seja, a mensalidade será a mesma para o aluno que cursar uma ou todas as disciplinas em um mesmo semestre.

Conforme consta no contrato de prestação de serviços. O valor da mensalidade é semestral, podendo sofrer reajustes conforme consta no contrato de prestação de serviços.

Para o esclarecimento de duvidas que vem pelos estudos das disciplinas, o aluno deverá utilizar o Fórum disponível dentro de cada curso, no Ambiente Virtual de Aprendizagem (Plataforma de EAD).

Sim, cada aluno será acompanhado por um Monitor que ficará responsável pela comunicação e auxiliar nas dificuldades com relação à plataforma. Em caso de dúvidas não relacionadas às aulas, sugestões ou reclamações sobre o Curso, Plataforma ou demais assuntos, favor enviar ao e-mail da Secretaria (secretaria@pramana.org.br).

Uma vez disponibilizadas as aulas programadas na semana, elas permanecerão disponíveis para o aluno até o fim do semestre ou até o aluno completar a disciplina.

Sim. Para obtenção deste diploma em 5 anos é preciso cumprir todas as disciplinas propostas no semestre. Como essas disciplinas fazem parte de sua matriz curricular, para obter a integralização é preciso o cumprimento de todas elas. O Instituto Pramāṇa sistematizou o curso de Teologia Budista buscando corresponder exigências e diretrizes curriculares nacionais do Ministério da Educação (MEC) para um curso de Teologia autorizado (Resolução CNE/CES nº 4, de 16 de setembro de 2016) – ainda que seja um curso livre. Entretanto, você pode cumprir menos disciplinas do que as propostas na grade se preferir e cumprir a integralização em mais tempo.

As disciplinas que o aluno reprovar ou não cursar, poderão ser cursadas novamente quando forem ofertadas. Com isso, se o aluno reprovar em uma das disciplinas do semestre vigente, por exemplo, ele poderá cursar a mesma disciplina até que seja aprovado. Enquanto não for aprovado no módulo 1, o aluno não poderá cursar o módulo 2 daquela disciplina específica.

Vale ressaltar que não há possibilidade de trancamento do módulo. Ou seja, se o aluno desistir do módulo no meio do semestre, ele terá necessariamente que refazer este módulo da próxima vez.

O Instituto Pramāṇa promove o estudo sistemático dos temas centrais da Tradição do Pensamento Budista e do Pensamento Cristão. Não professa nenhuma fé religiosa. Não recebe nenhuma verba do Poder Público ou de quaisquer entidades religiosas.

O Instituto Pramāṇa não possui caráter pastoral, sendo apenas e tão somente a sua mantenedora, a Associação BUDA que possui os Aconselhamentos, que consistem em conversa particular com os monges ou monjas da BUDA, agendada previamente pela Secretaria da BUDA. Para os demais serviços pastorais, indicamos as Pastorais da Igreja Católica Romana e da Igreja , da Paróquia São Sebastião cidade de Valinhos/SP. Quanto à participação em projetos sociais, o interessando deve entrar em contato com a Associação BUDA, a mantenedora do Instituto Pramāṇa, pela Secretaria.

Não há nenhuma filiação política. Tanto a BUDA quanto o Instituto Pramāṇa, não possuem filiação política nem político-partidária. Somente o presidente da BUDA está revestido de poder para dizer algo sobre qualquer posicionamento partidário político pela Associação, bem como fazer declarações publicas a respeito de ideologias políticas. Com relação ao Instituto Pramāṇa, somente o seu Diretor Geral está revestido de poder para dizer algo sobre qualquer posicionamento partidário político, bem como fazer declarações publicas a respeito de ideologias políticas que representem oficialmente o Instituto.

A BUDA e o Instituto Pramāṇanão impõe nem coloca limites ou restrições nas escolhas político-partidárias de seus associados, que poderão livremente escolher suas orientações, com a ressalva de que suas declarações político partidárias e ideológicas são de responsabilidade unicamente de cada associado, com exceção das declarações oficiais dadas pelo Presidente da BUDA e pelo Diretor Geral do Instituto Pramāṇa.